"UM DESAFIO CHAMADO BAHIA!"
Esse Blog é um catalisador de Igrejas na Bahia que desejam: "Somar esforços para estabelecer uma Igreja Evangélica, que testemunhe o Senhor Jesus Cristo, em cada localidade com o mínimo de 1.000 habitantes sem representação evangélica, no nosso estado." Mas também temos um Projeto Transcultural para outras nações, principalmente para o Norte da África. JUNTE-SE A NÓS!
Atualizado em 08/11/2013 - Notícias para informação e intercessão.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

IRÃ: Líder de igreja doméstica ainda está na prisão


DVD de Portas Abertas Brasil sobre a
Igreja perseguida no Irã

Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo está sendo mantido na prisão de Ahwaz, no Irã. Há dez meses não sabemos suas condições. 
  Ele foi submetido à interrogatórios por parte das autoridades de segurança do Ministério de Inteligência. Eles também o pressionaram         para renunciar sua fé em Cristo. 
De acordo com os repórteres da Mohabat News, Noorollah Qabitizade, um cristão convertido e um líder de uma igreja doméstica e não teve a permissão de falar com sua família durante seu primeiro mês de prisão. Sua situação na prisão também é desconhecida.
Durante o primeiro mês, ele foi submetido a interrogatórios intensos, numa tentativa  de forçar ele de renunciar sua fé cristã e voltar ao islamismo. Eles o pressionaram para assinar papéis com o compromisso de não evangelizar, se arrepender de ter saído do Islã e renunciar sua fé cristã.
Embora as autoridades judiciais e de segurança houvessem prometido libertar Noorollah depois que ele escrevesse uma nota dizendo estar arrependido de ter abandonado o Islã, mas ele não estava disposto a fazê-lo.
Segundo fontes, apesar da pressão, Noorollah tem ainda mais esperança, mas ele está tentando compartilhar sua fé com os outros prisioneiros e organizou algumas reuniões de oração dentro da prisão de Dezful, onde ele estava preso.
Os guardas da prisão ficaram muito irritados com a postura de Noorollah que eles o transferiram para prisão em Ahwaz. Noorollah disse que a sua transferência foi porque ele estava compartilhando sobre Jesus com outros prisioneiros.
Em seu último julgamento, Noorollah foi muito pressionado e chegou com os pés e as mãos acorrentadas. Ele foi mais pressionado ainda quando divulgaram que ele poderia ser sentenciado a morte caso não renegasse sua fé em Jesus e voltasse para o Islã.
Ore pela vida de Noorollah Qabitizade, para que Deus dê forças para ele enfrentar essa situação e para que ele saiba que Deus está sempre com aquele, não importando a situação.
FonteMohabat News
TraduçãoLucas Gregório - Portas Abertas

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

MCM - Relatório da Coréia do Norte




Amado irmão, companheiro nas orações e nas conquistas para o Reino,

Nos dias 10 a 24 de outubro passado, enviamos mais 2 pastores brasileiros à Coreia do Norte.

Naqueles dias, em resposta às nossas intensas e ininterruptas orações, todas as nossas expectativas foram superadas nos alvos que estavam propostos e pudemos ver a cada novo passo, a confirmação de que a mão do nosso DEUS está sobre nós nos conduzindo para que SUA luz alcance o povo coreano.
Compartilhamos a seguir um breve relatório para que você seja encorajado a continuar conosco em orações e súplicas diante do Trono da graça por aquele povo.
Andar pelas ruas da capital da Coreia do Norte, Pyongyang, nos faz pensar que a nação tem alcançado os propósitos estabelecidos pelo seu grande líder Kim Il Sung: ruas bem asfaltadas, planejadas, grandes, largas, limpas e um belo centro histórico... Tudo bem estruturado numa tentativa de mostrar uma nação socialista bem sucedida, que em breve se levantará do seu caos econômico e será grande entre os poderosos capitalistas do mundo. Entretanto, na verdade, tudo não passa de uma fachada para enganar a todos.
A cada dia vimos os milagres de DEUS, com atos que só ELE mesmo pode fazer, a começar por conseguirmos um visto de 10 dias, coisa que ouvimos do chefe da Imigração na Coreia, ser única, pois um turista permanece no país por no máximo 7 dias.
Levamos 5 Kits de Energia Solar para testarmos sua implantação em alguns lugares, visto que todo o país sofre com a completa falta de estrutura na área de geração de energia.

Os 5 kits foram distribuídos assim:
1  num hospital do interior, numa cidade chamada Nampo.
1  numa creche para cerca de 110 crianças (os pais pegam as crianças a cada 9 dias e passam dois com elas em casa).
3  num orfanato para o qual já havíamos doado 5 toneladas de arroz.
Esses geradores funcionaram muito bem. São muito prático de instalar, manutenção quase zero e o melhor é que no inverno não necessitam dos raios solares para carregar mas apenas com a luz do dia eles se auto carregam.

Visitamos o orfanato e a casa de idosos para onde doamos as 20 toneladas de arroz na primeira visita em agosto.
O que percebemos é que tudo é muito bem preparado para nós vermos e tirarmos fotos. Na casa de Idosos eles separaram alguns, deram banho, nos apresentaram apenas os mais cuidados, arrumaram o arroz e organizaram tudo para nos mostrar.
Mesmo que as nossas doações não esteja indo toda para os idosos e crianças, algo está indo, pois estamos insistindo como Organização, em conferir como está sendo usado o que estamos doando a eles.
Pensamos que o próximo passo seja adquirirmos entre 20 a 30 kits para terminar de iluminar o orfanato em Nampo e resolver definitivamente o problema de falta de luz daquelas crianças.
Também já negociamos a doação de mais 10 toneladas de alimento, cujo envio está sendo finalizado pela Embaixada da Coreia no Brasil. Combater a fome deve ser um dos nosso maiores alvos, neste momento. A fome no país é extrema!

Foi-nos permitido visitar uma Igreja Batista.
O que nos pareceu é que é uma igreja para dar satisfações ao mundo e poderem dizer que lá não é proibido ser cristão. Há estrangeiros em todos os cultos, inclusive em um dos dois cultos que participamos, tinha um agente do governo gravando todo o culto. Pessoas são colocadas pelo governo para fingir que são crentes, mas as músicas são cristãs e a Bíblia é lida, e nisso sabemos que o Espírito Santo age, e acreditamos que alguns desses homens do governo que foram colocados lá para fingirem, acabaram tendo uma experiência com JESUS, ficaram lá como agentes do governo que se converteram e não contaram nada ao governo.

O que mais nos marcou foi o quanto este povo tem o seu direito de escolha roubado. 
Sabemos que DEUS deu ao homem, e registrou em toda a Sagrada Escritura, um direito perpétuo enquanto vivos – O LIVRE ARBITRIO: o direito de escolher, de tomar suas próprias decisões, de poder servir ao DEUS vivo, ou não. Essa é uma dádiva Divina concedida ao ser humano!
Os norte coreanos não têm direito de tomarem por si mesmos as decisões mais simples da vida, coisas que nós muitas vezes nem mesmo notamos.
Andando pelas ruas da Capital, sempre com um guia ao nosso lado e tendo tido a oportunidade de viajar por 4 cidades no interior do país, o que vimos é que as roupas do povo são quase todas iguais, o corte de cabelo dos homens é o mesmo, as roupas das mulheres invariavelmente seguem a mesma tendência. As crianças andam sempre em fila, parecendo verdadeiros robozinhos.
Não só pela aparência física, mas principalmente pelas ideias do povo, pelas propagandas dos prédios, diríamos que a cor de tudo e de todos é cinza... sem alma, sem luz, sem brilho, sem vida, apenas uma filosofia imposta e obedecida que não respeita o talento nem a individualidade das pessoas.
Eles se declaram um país socialista e sendo assim, ninguém no país tem um carro particular, todos os carros pertencem ao governo, todo o comércio pertence ao governo. Não há empresas privadas, tudo é estatal. Todos tem um único patrão: o governo! Os hotéis, a moça do restaurante, o motorista do carro, o frentista do posto, o guarda de trânsito, o guia que nos traduz, os políticos, os médicos, os esportistas, todos enfim, TODOS, sem uma única exceção, trabalham para o governo, são do governo.
Em contrapartida o governo lhes dá o direito à moradia, alimentação e às necessidades básicas da vida. E diga-se que a alimentação básica deles, o arroz, não tem produção suficiente para todo o povo, então em troca de toda essa dedicação, cada família tem direito de ir ao posto de distribuição e pegar sua porção diária de comida, 200 gramas.
O que achamos pior é que eles dizem que entendem o governo, que isso vai melhorar e que o governo esta sendo bom para eles. Enquanto isso, verdadeiros palácios são erguidos para enaltecer o Partido e seu grande líder, mas o povo não consegue ver, não consegue ficar insatisfeito e inconformado e estão cumprindo sua parte numa ideia fixa de um projeto nacional de reconstrução da nação. Eles não se sentem usurpados porque não conhecem mais nada e tudo o que conhecem da vida é aquele sistema.
Todos aqueles que, de alguma forma, se opõe às ideias partidárias do governo são levados para as terríveis prisões políticas, que são famosas para nós e para o mundo, mas que para eles, são invenção dos norte americanos, pois o governo seria incapaz de maltratar um dos seus cidadãos. 

Alguns alvos específicos de oração pela Coreia:
1. Pela Conversão do Kang, o nosso guia e tradutor. Deus mostrou o coração dele para nós, ele vai se converter. Ele foi tocado por DEUS nesses 10 dias de convivência conosco, pois o tratamos como um de nós, com igualdade, respeito, amor e carinho.
2. Rogar a DEUS que devolva o direito de livre arbítrio do povo Coreano. Clamar a ELE para que o direito que ELE deu ao homem de escolher e que foi usurpado por aquele sistema seja devolvido a eles.
3. Para que as fronteiras da nação sejam abertas, para que cada vez mais pessoas possam adentrar esse pais para falar de JESUS!

Juntos na conquista do Reino,
MCM - Acesse: www.mcmpovos.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

IRÃ: Pastor Nadarkhani está livre da sentença de morte


Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto.
O caso do pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, foi levado à Assembleia Geral de Assuntos Sociais da ONU. Ele foi condenado a pena de morte pelo governo do Irã, em setembro deste ano, com a acusação de ter abandonado a religião islâmica. A acusação é devido a conversão de Yousef ao Cristianismo, quando ele tinha 19 anos de idade.
O representante do “Comitê de Assuntos Humanitários”, Ahmed Shaheed, pediu ao Governo do Irã que libertasse o pastor: “Estamos particularmente perturbados por uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentado uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu”. O pastor foi detido em 2009, quando tentava registrar a sua igreja na cidade. A Embaixada do Irã no Brasil informou que o pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte, mas continua preso.
Sua primeira condenação à morte aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência. O pastor pode ser solto caso se converta, mas ele se recusa a negar a sua fé.
Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto. O Centro Americano de Lei e Justiça, ACLJ, informou recentemente que o Serviço Secreto do Irã estaria oferecendo livros e folhetos muçulmanos ao pastor, mas suspeita-se que a intenção não seja apenas de tentar convertê-lo, mas de fazer com que ele ofenda o Islamismo, para ter provas de que ele desrespeitou a religião oficial do país e executar a pena de morte.
Outro caso de cristão executado por questões religiosas no Irã que teve repercussão mundial foi o do pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. O informativo de 2010 de Liberdade Religiosa no Mundo afirma que cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação, e 200 milhões destes correm risco de morte.
FonteChristian Post 
TraduçãoLucas Gregório - Portas Abertas

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Igreja no Sudão enfrenta grande hostilidade

Mulheres sudanesas
Incentivados por chamadas do governo por um Sudão baseado nas leis islâmicas, desde que o Sudão se dividiu, os muçulmanos se opõem muito a uma igreja próxima de Cartum e têm atacado os cristãos que tentam continuar com sua construção.



A Igreja Sudanesa de Cristo (SCOC) é uma congregação em Omduman que continuou a se reunir aos domingos em um prédio sem teto, apesar da oposição dos muçulmanos e das autoridades locais.
Alegando que o cristianismo já não é mais uma religião que o país aceita, os muçulmanos atacaram os membros da SCOC que estavam empenhados na construção do prédio da igreja, disseram as fontes.
Muçulmanos do norte, onde vivem cerca de 1 milhão de cristãos desde a separação do Sudão, em 9 de julho, têm muito medo de que a potencial influência da Igreja na sociedade possa mudar o país.
“Eles querem reduzir ou até restringir o maior número possível de igrejas, de modo que possam pressionar ainda mais os cristãos da área”, disse um dos líderes de uma das igrejas da região, que pediu anonimato.
A SCOC vem tentando erguer seu templo há muito tempo, mas funcionários do governo e residentes muçulmanos têm usado táticas de atraso para evitar que isso aconteça. A SCOC da região ainda está tentando conseguir a permissão do governo islâmico de Cartum.
Em dezembro do ano passado, um mês antes da votação para a divisão do Sudão, autoridades declararam que, se o Sul se separasse, como se esperava, o Sudão iria alterar a sua Constituição para a Sharia (lei islâmica), e a língua oficial do país seria o árabe.
FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Entenda a sharia, lei islâmica que vai ser adotada na Líbia pós-Kadhafi


Anúncio do Conselho de Transição preocupa comunidade internacional.
Países adotam de formas diferentes leis inspiradas na vida de Maomé.


O Conselho Nacional de Transição responsável pela formação do novo governo da Líbia, após a morte do ditador Muammar Kadhafi, anunciou que o país adotará a sharia (lei islâmica) como fonte da legislação, o que provocou o temor de países ocidentais de que o país se volte para o extremismo religioso.

"Quero certificar a comunidade internacional de que nós, líbios, somos muçulmanos moderados", disse o chefe do conselho, Mustafa Abdel Jalil, para tentar tranquilizar a comunidade internacional em pronunciamento na segunda (24).

Apoiadores do líder Mustafa Abdel Jalil vibram ao ouvirem seu discurso na noite desta segunda (12), em Trípoli (Foto: Francois Mori/AP)
Apoiadores do líder Mustafa Abdel Jalil vibram ao ouvirem seu discurso na noite desta segunda (12), em Trípoli (Foto: Francois Mori/AP)


O debate sobre a adoção da sharia ou de um sistema secular (não religioso) voltou à tona este ano, após a onda de levantes no mundo árabe que já derrubou regimes ditatoriais na Líbia, Tunísia e Egito e ajudou partidos muçulmanos a chegarem no poder.
Criada centenas de anos após a morte do profeta Maomé, o sistema de leis é o mesmo que rege todos os outros aspectos da vida de um muçulmano. A questão é que há, nesse conjunto de regras, princípios fixos (que versam sobre questões mais pessoais, como casamento, ritos religiosos, heranças etc.) e princípios mutáveis (como, por exemplo, penas para diferentes tipos de crimes), que podem ser interpretados e aplicados de acordo com a vontade de cada país ou corte.
“Ditadores que estavam no poder, em geral, não se apegaram muito à sharia. Eles estavam mais interessados em leis que beneficiassem a eles próprios. Na Líbia, por exemplo, era um código redigido pelo próprio Kadhafi, o Livro Verde”, explica o xeque Ahmad Mazlloum, vice-diretor da Assembleia Mundial da Juventude Islâmica (WAMY) no Brasil.
A lei é baseada no Alcorão, o livro sagrado do Islamismo, e na biografia do profeta Maomé, considerado o mais devoto dos seguidores, cuja a vida inspirou estudiosos a reunirem os princípios, conhecido como “hadith”.
InterpretaçõesDe acordo com um relatório do Council of Foreign Relations, como cada local tenta conciliar os costumes locais com o Islã, a literatura ‘hadith’ se desenvolveu em diferentes escolas, como a sunita e xiita, que se diferenciam pelo peso que cada uma aplica à forma como a sharia é interpretada.
Casamento e divórcio são os aspectos mais significativos da sharia, enquanto leis criminais são os mais controversos. De acordo com o xeque Ahmad Mazlloum, penas impostas em alguns países como chicotear um mulher por aparecer sem a vestimenta adequada em público não está na sharia, e sim um interpretação particular. “Penas desse gênero são penas duras para crimes considerados hediondos, como assassinato, adultério”, diz.
A Arábia Saudita, por exemplo, aplica uma das interpretações mais severas da sharia, com a proibição de mulheres de dirigir –que provocou um protesto de mulheres sauditas no início do ano em redes sociais-, tutela de filhos para homens em todos os casos, entre outros casos.
Há diferentes categorias de ofensas na sharia. Aquelas que têm punição prescrita no Alcorão, chamadas de 'hadd', são: sexo fora do casamento e adultério, falsas acusações de ato sexual infiel, consumo de vinho (que pode se estender a todo tipo de bebida alcoólica), roubo e assalto em estradas. As penas para essas ações incluem chicotadas, apedrejamento, amputação, exílio ou execução.
Sharia nas ConstituiçõesSegundo o vice-diretor da Assembleia Mundial da Juventude Islâmica (WAMY) no Brasil, além das diferentes interpretações, há assuntos sobre os quais não existe princípios na lei religiosa, como é o caso do trânsito. “Nesses casos, o governante tem a liberdade de legislar sobre o assunto.”
De maneira geral, a legislação tem sido incorporada nos sistemas políticos de três formas. Há os sistemas integrais, em que as nações colocam a religião em sua Constituição - e a sharia passa a ser sua fonte. São exemplos a Arábia Saudita, o Kuait e o Iêmen.
Há o sistema dual, usado pela maioria dos países muçulmanos, em que o governo é secular, mas aos muçulmanos é dada a opção de serem julgados por cortes islâmicas regidas pela sharia. É o caso, segundo o relatório do CFR, de países como a Nigéria e o Quênia. A Inglaterra autorizou em 2008 o uso de tribunais muçulmanos para casos de casamentos, divórcios e heranças.
O outro tipo de sistema é o secular, em que o governo se declara laico na constituição.
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