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Atualizado em 08/11/2013 - Notícias para informação e intercessão.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pastor Yousef está cada vez mais próximo de sua execução

Está ocorrendo manifestações no mundo inteiro, esta é na Espanha!

Nosso Comentário: "A Portas Abertas Brasil está convocando toda a igreja evangélica brasileira para um domingo de oração (09/10/2011) em favor do Pr Yousef. Veja o e-mail: 


O pastor iraniano Yousef Nadarkhani deve receber a sentença final na segunda, dia 10/10. A Christian Solidarity está convocando todos a orar por isto neste domingo, dia 9 de outubro. 
Embora ele não tema a morte, sabemos que sua esposa e seus dois filhinhos (9 e 7 anos) sofrerão demais e, com certeza, também serão perseguidos. 
Que Deus lhes renove a fé e as forças. 
Alguém simplesmente acrescentou mais duas acusações, falsas, é claro, que não aparecem nos autos. Nessas acusações, ele é dado como traidor, por defender o sionismo. De fato, as autoridades iranianas estão agindo acima da Lei. O cristianismo tem interessado muitos jovens iranianos, que querem saber por que alguém não desiste de uma fé que só lhe traz dor. O pastor Yousef não é o único. Já houve vários outros casos no Irã. Se ele for libertado, o governo parecerá fraco. Se for executado, causará uma comoção e manifestação geral, porque ele é visto como herói até por muçulmanos. Caso ele seja poupado, ainda corre o risco de ficar em prisão perpétua. Caso seja liberto, é bem possível que ele seja "misteriosamente" assassinado, após alguns dias ou semanas, como aconteceu com o pastor Haik Hovsepian e alguns outros. 

Portanto, vamos orar por ele, neste domingo.
Deus tem um propósito e vai agir, conforme sua vontade.
Que haja JUSTIÇA!


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Marco Feliciano articula em Brasília manifestação a favor de Yousef Nadarkhani




O pastor e deputado federal Marco Feliciano está articulando em Brasília a manifestação das autoridades brasileiras junto à Embaixada do Irã e outros órgãos internacionais para que a condenação do pastor Yousef Nadarkhani seja anulada.
Diante dessas informações de que o pastor iraniano pode ser enforcado a qualquer momento por não negar sua fé em Jesus Cristo, Feliciano está elaborando um documento formal às autoridades competentes pedindo para que intercedam com urgência contra essa execução.
Nadarkhani está preso sob acusação de apostasia, por ter deixado o islã para se tornar cristão, mas devido a grande repercussão desse o caso, a justiça de Gilan passou a acusá-lo de outros crimes. De acordo com informações da Fox News, Yousef está sendo acusado até de ameaça à segurança nacional, crime de traição, como se ele fosse um espião a mando de Israel.
Essas novas acusações ameaçam ainda mais a vida do pastor que está preso há dois anos, mas só pode receber uma visita por semana. É dessa forma que os parentes e advogados estão conseguindo ter a certeza de que ele ainda está vivo. “Esta é uma barreira que temos de superar a cada dia quando tentamos obter a confirmação de que ele está vivo”, disse uma fonte não identificada da ACLJ.

FonteGospel Prime

Senador Paulo Paim envia requerimento ao presidente do Senado em favor do pastor Yousef


O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, senador Paulo Paim (PT-RS), enviou ontem (5/10) ao presidente do Senado, José Sarney, um requerimento de moção em apoio ao pastor iraniano Yousef Nadarkhani.
Nessa mesma data, o senador Paim comprometeu-se a entregar um documento ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para que fosse enviado à Embaixada do Irã, pedindo pela vida de Yousef Nadarkhani. Os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) também se solidarizaram com a causa apresentada por Crivella.
A Portas Abertas Brasil esteve em contato com os assessores do senador Paim todo esses dias questionando sobre o envio do documento. Ontem, finalmente, o requerimento seguiu para Sarney. Leia o requerimento aqui.
Continuamos em busca  das autoridades brasileiras para intervir na questão dos direitos humanos do Irã, uma vez que o Brasil mantém ótimas relações diplomáticas com o presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Mobilização mundial
De acordo com a agência de ajuda humanitária Christian Solidarity Worldwide(CSW), mais de 50.000 pessoas já enviaram emails para as embaixadas iranianas ao redor do mundo. 
Aqui no Brasil, em vez de participarmos desses abaixo-assinados internacionais, escolhemos pressionar as autoridades brasileiras porque consideramos que o Brasil tem mais influência e voz ativa junto ao governo do Irã do que qualquer outro país do ocidente.
FontePortas Abertas Brasil

Grupo fundamentalista Al-Shabab promete mais ataques na Somália


O grupo fundamentalista islâmico Al-Shabab ameaçou nesta quarta-feira intensificar os ataques na Somália, um dia depois de um atentado suicida dos rebeldes em Mogadíscio ter deixado mais de 70 mortos, um desafio aberto à comunidade internacional que condenou a ação. "Prometemos que esses ataques contra o inimigo se tornarão uma rotina, serão mais numerosos e aumentarão a cada dia", afirmou o porta-voz dos radicais, Ali Mohamud Rage, em uma entrevista pré-gravada à rádio do Al-Shabab, Al-Andalus.

Foto: AP
Homem ferido é visto no local do ataque em Mogadíscio, na Somália (4/10)

Na terça-feira, um terrorista avançou com um caminhão-bomba contra um complexo ministerial. O ataque deixou pelo menos 70 mortos e foi um dos mais violentos dos últimos anos na Somália, tendo sido condenado pelos Estados Unidos e pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que o chamou de "repugnante" e "incompreensível".
A explosão deixou a cidade coberta de pó e cadáveres eram vistos em meio a veículos e dezenas de feridos. O ministro da Saúde afirmou em comunicado nesta quarta que o atentado deixou 72 mortos e mais de cem feridos, sendo 38 em estado grave.
Na entrevista, Rage identificou o suicida como sendo o estudante somali Bashar Abdullahi Nur. Ele disse que o ataque era um alerta para aqueles que pensavam que o grupo havia deixado Mogadíscio em agosto. "Eu vou dar uma previsão para os infiéis: vocês enfrentarão um grande golpe", disse. "Será uma grande explosão no coração do inimigo."
Antes do atentado, Bashar Abdullahi Nur, teria sido entrevistado pela rádio. "Para mim tanto faz se mato mil pessoas, cem ou uma. Preciso ir para o paraíso e me reunir com Deus", afirmou na ocasião.
Nesta quarta, parte das vítimas do ataque foram enterradas por suas famílias. "Que Alá os mande para o inferno", afirmou uma somali, enquanto enterrava o filho. Sadiya Omar, que perdeu o marido na terça-feira, deixou o local antes de terminado o funeral, dizendo que era mais do que ela podia suportar. "O mundo não terá paz enquanto esses assassinos do Al-Shabab estiverem aqui", disse, entre lágrimas.
O presidente Sheik Sharif Ahmed declarou três dias de luto e prometeu que seu governo adotará medidas de segurança especiais para que novos atentados não ocorram. "Eu tenho certeza que o crime que eles cometeram contra o povo somali não ficará impune", disse Ahmed em referência ao Al-Shabab. "Deus irá puní-los e o governo tomará medidas apropriadas para manter seu povo a salvo."
Segundo a agência EFE, as agências de segurança nacional do governo anunciaram a detenção de um homem com explosivos junto ao corpo quando tentava entrar em um edifício governamental no norte da capital. De acordo com a administração somali, membros do Al-Shabab já estão tentado executar mais atentados.
No início de agosto, o Al-Shabab se retirou de Mogadíscio, após uma ofensiva das tropas pró-governamentais apoiadas por uma força da União Africana (AMISOM), que os islamitas afirmam ser composta por "mercenários". Além disso, o porta-voz do Al-Shabab chamou de mentirosas as informações de que estudantes ficaram feridos no ataque suicida.
Mas fontes do governo e da AMISOM informaram que muitas vítimas do atentado de terça-feira eram estudantes que aguardavam diante do Ministério da Educação Superior os resultados de um exame para obter uma bolsa de estudos na Turquia.
Em dezembro de 2009, os fundamentalistas realizaram um atentado contra um hotel em Mogadíscio, onde acontecia uma cerimônia de formatura, na qual morreram quatro ministros do governo de transição, três jornalistas, quatro médicos e 29 estudantes.
Fome
Filiado à Al-Qaeda, o Al-Shabab controla controla grande parte da região sul da Somália, a que mais sofre com uma crise de fome que, segundo a ONU, pode causar a morte de até 750 mil moradores.
O grupo radical não permite a entrada de agências de ajuda humanitária nas áreas do território sob seu controle e nega que a seca que atingiu a Somália tenha causado crise de fome.
A ONU declara crise de fome quando dois adultos ou quatro crianças por grupo de 10 mil pessoas morrem de fome a cada dia e 30% das crianças são seriamente desnutridas.
Com AFP, AP e EFE

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Expulsão por blasfêmia de menina cristã alarma cristãos anglo-paquistaneses


Cristãos anglo-paquistaneses expressaram desalento pela expulsão de uma menina cristã de uma escola, sob alegações de blasfêmia.
Faryal Bhatti foi acusada de blasfêmia por funcionários da Escola de Ensino Médio para Meninas Sir Syed, na colônia de Fábricas de Material Bélico (POF), em Havelian, perto de Abbottabad.
A acusação foi feita após ela ter escrito erradamente uma palavra durante um teste sobre um poema de louvor ao Profeta Maomé.
Ela teria sido surrada pela professora por causa do erro, antes de a escola ter decidido expulsá-la.
Muçulmanos da região fizeram uma manifestação exigindo que Faryal fosse acusada criminalmente. Durante as orações de sexta-feira, dia 23/09, imãs disseram que toda a sua família deveria ser punida. 
A decisão de expulsá-la foi tomada após uma reunião dos funcionários da escola com a menina e sua mãe, em que Faryal se desculpou e tentou explicar que tinha sido um simples erro de ortografia.
Wilson Chowdhry, diretor da Associação Cristã Anglo-Paquistanesa, disse que este não foi um incidente isolado e que os cristãos nas escolas do Paquistão são forçados a assistir às aulas islâmicas e suportam pressão para se converter ou participar dos cultos islâmicos.
Ele disse que a expulsão de Faryal “demonstra que, muito frequentemente, há pouca diferença entre os estabelecimentos de educação ‘convencionais’ e ‘extremistas’ no Paquistão”.
Ele criticou a decisão do governo britânico em continuar investindo milhões de libras no sistema de educação do Paquistão, que, “rotineira e sistematicamente, discrimina e oprime as crianças de minorias religiosas, aumentando efetivamente as práticas islâmicas extremistas”.
O Centro de Assistência Jurídica, Auxílio e Assentamento, que provê apoio jurídico aos cristãos perseguidos no Paquistão, também condenou as reivindicações de blasfêmia contra Faryal.
Seu coordenador no Reino Unido, Nasir Saeed, disse: “O erro de ortografia cometido por Faryal foi uma questão de acrescentar um ponto a uma palavra. Apenas um simples ponto a tornou uma criminosa e mudou sua vida.
“Contudo, esta é outra demonstração de quão desenfreadamente as leis de blasfêmia do Paquistão estão sendo usadas com abuso para perseguir os cristãos”. 
FonteICC Note
TraduçãoGetúlio Cidade
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